Cheesecake de frutas vermelhas na taça

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Ingredientes
1 caixa de biscoito amanteigado;
½ xícara de chá de nozes trituradas;
1 colher de sopa de manteiga derretida;
½ xícara de framboesas congeladas ou frescas;
1 xícara de morangos frescos picados;
1 xícara de açúcar cristal;
400g de cream cheese;
1 lata de leite condensado;
Raspas de 2 limões.

Modo de preparo
1.
 Bata os biscoitos, as nozes e a manteiga derretida no processador. Reserve.
2. Leve os morangos, as framboesas e o açúcar ao fogo, mexendo bem até formar uma geléia. Reserve.
3. Bata o cream cheese, o leite condensado e as raspas de limão em um liquidificador. Reserve.
4. Em taças grandes, faça uma camada com a mistura com os biscoitos. Em seguida, acrescente o creme até quase completar as taças. Finalize com uma camada da calda de frutas vermelhas.
5. Leve para a geladeira.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

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A importância do ferro e onde encontrá-lo

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Presente no prato do cotidiano brasileiro, o feijão é uma das fontes mais conhecidas de ferro, um mineral substancial para o funcionamento do organismo que, quando em falta, pode levar à anemia e a disfunções do sistema imunológico. “Estudos nos levam a pensar que tanto a sobrecarga quanto a deficiência de ferro resultam em mudanças prejudiciais na resposta imune, isso porque o ferro é essencial ao crescimento de micro-organismos, mas também constitui proteínas necessárias para a destruição de subtâncias infecciosas”, aponta a nutricionista Muriely Verdin.

Dentre as funções do mineral, também estão o transporte de oxigênio, síntese de DNA, produção de energia, a formação do sangue e o desenvolvimento neurológico em embriões. Além do feijão, outras fontes do nutriente são carne vermelha, principalmente vísceras, como fígado e miúdos; carne de aves e de suínos, mariscos, peixes, folhas de cor verde escura e legumes.

Porém existem algumas diferenças entre as fontes animais e vegetais. O ferro que vem das carnes, também chamado de ferro heme, é absorvido cerca de duas a três vezes mais do que o mineral vegetal, chamado de inorgânico ou não heme. Nos alimentos de origem animal, de 30% a 70% do ferro é heme. Ele é encarregado das principais funções do nutriente, como a formação das células sanguíneas. “Porém, é importante lembrar que tanto o ferro heme e não heme obtidos por meio do alimento podem virar ferro heme dentro do nosso organismo, pois após a absorção ambos seguem o mesmo trajeto metabólico”, afirma a nutricionista.

Mas mesmo que não seja assimilado com tanta eficiência quanto o ferro heme, a versão inorgânica também oferece vantagens. “O ferro não heme é a forma que mais consumimos. Ele é encontrado em diferentes concentrações em todos os alimentos de origem vegetal”, aponta o nutricinista Lucas Oliveira.

A grande diferença é que o processo de transformação do mineral oriundo dos legumes confere a redução da fórmula do ferro inorgânico, enquanto o tipo heme é absorvido intacto, o que leva a uma maior absorção – de 20 a 30% da quantidade presente no alimento. “A absorção do ferro presente na dieta é influenciada pela quantidade, pela forma química do ferro presente, pelo consumo na mesma refeição de alimentos contendo fatores facilitadores ou inibidores da absorção do ferro, além do estado de saúde e estado nutricional de ferro do indivíduo”, aponta Lucas.

Mas antes de dizer que vegetarianos devem passar a comer carne devido ao alto fornecimento do ferro em produtos animais, existem nutrientes que colaboram para o processo de absorção. Em primeiro lugar, o bom funcionamento do aparelho digestivo é o principal fator. Também é possível combinar alimentos ricos no mineral para aumentar a proporção assimilada pelo intestino. “A vitamina C, presente em frutas cítricas como o limão, laranja, acerola e caju, e a proteína animal são os nutrientes que mais aumentam a absorção de ferro não heme, em aproximadamente quatro vezes”, afirma Muriely. Outros nutrientes que também otimizam a captação do ferro são vitamina A e beta caroteno, presentes em alimentos como manga, cenoura, abóbora, espinafre e ovos. Ainda mais, as ferramentas culinárias também podem colaborar. Pode parecer crença da vovó, mas estudos comprovam que cozinhar em panela de ferro pode oferecer maiores concentrações do nutriente ao corpo. Essa descoberta é antiga, uma vez que uma pesquisa publicada periódico científico Journal of Food Science atestou a máxima em 1991.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

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Tipos de probióticos

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Você sabe o que o iogurte e o chucrute têm em comum? Ambos são ricos em probióticos, micro-organismos vivos que, ao serem ingeridos, promovem o equilíbrio da microbiota intestinal – ou seja, contribuem para a saúde do intestino, auxiliam na digestão e facilitam a absorção de nutrientes pelo organismo. Fazem parte dessa categoria vários fermentados à venda no mercado, como iogurtes e subprodutos da soja (missô e outros). Ao lado destes, há alternativas de fabricação caseira ou artesanal, como o kefir e o kombuchá, que caíram no gosto dos que procuram uma alimentação saudável.

Por serem alimentos vivos, Lucas Montanari, da Com Ciência Saúde, orienta a iniciar o consumo em poucas quantidades, para não correr o risco de mal-estar. “Cada corpo tem uma sensibilidade, então recomendo sempre começar com 50 ml e ver como a pessoa reage”, afirma. Conheça abaixo alguns desses alimentos probióticos:

1. Iogurte
Como a coalhada, o iogurte é um dos probióticos mais populares. Os naturais levam só leite e fermentos lácteos. Além do consumo in natura, podem ser usados em receitas doces e salgadas, pães…

2. Vegetais fermentados
Categoria vasta, abrangendo diversos tipos de verduras e legumes. Dentre os mais tradicionais estão o kimchi da foto, conserva coreana e picante de acelga, além de sauerkraut, chucrute e minipepinos franceses (cornichons). Para promover a lactofermentação, pode-se usar soro de kefir ou de iogurte.

3. Leites fermentados
A categoria se popularizou com a marca japonesa Yakult, mas hoje há opções de diversos fabricantes e preços. Neste caso, usa-se o leite desnatado misturado com açúcar e fermento lácteo, os lactobacilos vivos, para se obter uma bebida de cor clara, sabor adocicado e uma acidez bem agradável. Na linha caseira, há o kefir, feito com leite fresco fermentado com grãos de kefir, micro-organismos unidos em um conglomerado branco parecido com uma couve-flor. Como ocorre com o levain, o fermento natural para pães, os grãos de kefir não estão à venda em mercados convencionais – costumam passar de pessoa para pessoa por meio de doações.

4. Natto
O natto é um tipo de conserva tradicional japonesa elaborada com grãos de soja fermentados. Na cultura oriental, é costume consumir o natto no café da manhã acompanhado de arroz. Os grãos mantêm seu formato e a mistura adquire uma consistência pegajosa, de aroma bem forte: não é o tipo de comida que agrada a todos os paladares.

5. Kombuchá
Bebida carbonatada elaborada com chá adoçado (em geral, preto). É produzida de maneira artesanal a partir de uma colônia de micro-organismos que, aglomerados, adquirem a aparência de uma panqueca translúcida. O processo leva alguns dias, com uma possível segunda fermentação na garrafa e a adição de sucos e outros agentes de sabor.

Fonte revistacasaejardim.globo.com

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Moussaka

Aproveitando a chegada do frio e que estamos em época de berinjela, que tal provar a Moussaka, prato tradicional da Grécia? Preparada com berinjela grelhada no azeite, molho de tomate caseiro, carne moída e molho branco gratinado com queijo, a receita é uma ótima opção para substituir a lasanha ou o escondidinho.

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Ingredientes
2 berinjelas grelhadas;
700 g de carne moída;
200 g de cebola;
1 pedaço de canela em pau;
½ colher de chá de páprica doce;
½ colher de chá de pimenta da jamaica;
400 g de polpa de tomate;
3 colheres de sopa de azeite de oliva;
Sal e pimenta do reino a gosto.

Molho branco
50 g de farinha de trigo;
50 g de manteiga sem sal;
600 g de leite integral;
200 g de creme de leite;
1 pitada de noz moscada;
50 g de queijo parmesão;
Sal a gosto.

Modo de preparo
1.
 Coloque a berinjela grelhada para escorrer e deixe secar bem.
2. Aqueça parte do azeite em uma panela, acrescente a cebola, o alho e a carne e deixe suar bem.
3. Junte as ervas e deixe cozinhar um pouco.
4. Tempere com sal e pimenta do reino e cozinhe por uns 10 minutos, soltando bem a carne.
5. Adicione os tomates pelados e o extrato e cozinhe por mais uns 30 minutos, em fogo bem baixo. Reserve.
6. Para o molho branco, aqueça a manteiga. Junte a farinha e deixe cozinhar até ficar com um leve cheiro de nuts tostadas.
7. Acrescente de uma única vez todo o leite frio e mexa rapidamente para não formar grumos.
8. Tempere com o sal e o queijo ralado. Bata muito bem e cozinhe por mais 20 minutos. Reserve.
9. Coloque uma camada do molho de carne na travessa e cubra com uma camada de berinjela, seguida de outra de creme. Repita as camadas mais uma vez e leve ao forno a 250ºC de 20 a 25 minutos.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

 

 

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Filé de peixe com manteiga aromatizada

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Uma alimentação saudável ajuda o corpo a manter a sua forma. O filé de peixe é rico em vitamina B e nutrientes (ômega 3 e 6, magnésio, potássio e fósforo). Além de ajudar a prevenir doenças cardiovasculares, também atua na saúde dos ossos e dentes.

Manteiga aromatizada

Ingredientes
2 colheres (sopa) de queijo gorgonzola amassado;
¼ de tablete de manteiga sem sal em temperatura ambiente;
2 damascos secos picados;
papel-manteiga.

Modo de preparo
Em um recipiente, misture o gorgonzola, a manteiga e os damascos.
Enrole a mistura em papel-manteiga, em formato de bombom, torcendo as extremidades do papel. Leve para a geladeira por 20 minutos.

Peixe grelhado

Ingredientes
4 filés de saint peter;
1 colher (café) de sal;
Suco de ½ limão;
pimenta-do-reino preta moída a gosto;
1 colher de sopa de azeite;

Modo de preparo
Em um recipiente, tempere o peixe com o sal, o suco de limão e a pimenta.
2 Em uma frigideira, grelhe os filés no azeite até ficarem dourados.
Sirva os filés com pedaços da manteiga aromatizada.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com/

 

 

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Bruschettas de queijo de cabra com maçã

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Ingredientes
1 maçã Red;
½ baguete;
100 g de queijo de cabra;
2 colheres de sopa de azeite de oliva;
1 colher de sopa de cebolinha picada.

Modo de Preparo
1. Corte a baguete em oito fatias diagonais.
2. Corte a maçã em fatias finas e cubra as fatias de pão com duas fatias de maçã.
3. Coloque dois pedaços de queijo sobre as maçãs.
4. Pré-aqueça o forno e coloque as bruschettas para assar em forno quente (180ºC) por 5-10 minutos, até que o queijo comece a dourar.
5. Retire do forno.
6. Finalize com um fio de azeite e decore com cebolinha picada.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

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Dadinhos de tapioca com queijo coalho

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Você já deve ter se deparado com uma porção de dadinhos de tapioca no cardápio de petiscos em algum restaurante por aí. A receita é mais simples do que parece, como mostra o passo a passo da Yoki. Leva 50 minutos de preparo.

Ingredientes
250g de queijo coalho ralado;
250g de tapioca granulada;
500ml de leite fervendo;
Pimenta-do-reino preta moída e orégano a gosto;
Óleo suficiente para fritar.

Modo de preparo
1.
 Em uma tigela, junte o queijo coalho e a tapioca. Despeje o leite fervente e misture bem.
2. Tempere com sal, pimenta-do-reino preta e orégano. Deixe esfriar um pouco.
3. Transfira a mistura para um refratário e cubra com filme plástico apertando bem.
4. Leve à geladeira por aproximadamente 03 horas ou até endurecer.
5. Retire da geladeira e corte em cubos para moldar os dadinhos de tapioca.
6. Em uma panela aqueça o óleo e frite os dadinhos até ficarem dourados.
7. Retire o excesso de óleo com papel toalha. Sirva quente.

Fonte: evistacasaejardim.globo.com

Foto: claudia.abril.com.br

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Como congelar a carne vermelha

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Antes de congelar

1) O cuidado com a carne vermelha começa antes mesmo de congelá-la, lá no supermercado. Quando você estiver fazendo suas compras, já comece a pensar no tempo e na organização. Deixe para escolher as peças de carne, sejam elas resfriadas ou congeladas, no final das compras. Assim, você impede que elas fiquem muito tempo no carrinho, o que pode prejudicar o estado do alimento

2) Se você vai de carro até o mercado, leve uma bolsa ou caixa térmicapara transportar a carne até a sua casa.

Decida entre a geladeira e o congelador

1) Assim que chegar em casa, você deve decidir o que ficará na geladeira e o que irá para o congelador. Normalmente, deixamos as peças que vamos usar em até 2 dias na geladeira e o resto deve ser congelado. Faça essa separação assim que você chegar do mercado: analise e pense muito bem na quantidade.

2) Uma vez a carne estiver na geladeira, ela deverá ser consumida em poucos dias. O ideal é separar peças para a semana e o resto das compras serem conservadas no congelador.

Congelando a carne

1)Dê preferência para as peças de carne menores e não tempere-as antes de congelar. Além disso, faça uso de potes hermeticamente fechados e sacos abre e fecha (tire o máximo de ar possível desses saquinhos).

2) Você também pode congelar pedaços já prontos de carne: é só preparar a peça no forno ou frigideira e congelar em potes bem fechados. Bifes à milanesa também podem ser preparados e congelados somente para fritar. Sempre lembrando de embalar muito bem, não deixando o ar entrar em contato com a carne.

3) Organize seu congelador de uma forma prática e saiba muito bem o que você congelou. Separe os pedaços de carne em porções pequenas, coloque em sacos ou potes e use adesivos com os nomes e a data de validade. Se as peças de carnes já vieram assim do supermercado, é só levar para o congelador!

Fonte:www.terra.com.br

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Azeitona verde e preta são diferentes

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Além de um sabor bem característico, elas fornecem muitos benefícios ao prato. Por serem ricos em gorduras monoinsaturadas, os frutos da oliveira têm a capacidade de baixar o LDL, o colesterol ruim que coloca as artérias em risco, e ajudam a elevar as taxas do bom colesterol, o HDL, que faz bem para o corpo. Além disso, eles contam com uma alta concentração de substâncias antioxidantes que também auxiliam na prevenção de problemas cardíacos e combatem o envelhecimento precoce. E os ganhos oferecidos por esse alimento não param por aí, ele ainda tem ação anti-inflamatória, melhora o sistema imunológico, auxilia o funcionamento do intestino e, segundo estudos recentes,ainda preserva a memória. Veja como escolher a melhor opção no supermercado para obter todos esses ganhos…. –

Entre a verde e a preta as diferenças são bem pequenas

Elas são variações da maturação do mesmo fruto que começa verde, se torna amarelo e, por fim, fica preto. Ou seja, quanto mais escura, mais tempo ficou amadurecendo na oliveira. Isso faz com que a verde apresente um gosto mais acentuado e seja mais firme, enquanto a preta seja mais macia e tenha um sabor mais adocicado. Nutricionalmente elas são bastante parecidas, mas a preta é mais gordurosa e ligeiramente mais calórica. No entanto, a verde, quando em conserva, tem um pouco mais de sódio.

As lights são indicadas para quem precisa controlar a ingestão de sal.

Ao contrário do que muita gente pensa, esse termo nem sempre se refere à quantidade de calorias. No caso das azeitonas, ele diz respeito à dose de sódio, o que faz com que essa variedade seja uma boa opção para quem tem pressão alta, por exemplo.

As recheadas valem uma consulta ao rótulo

Os produtos vendidos com ou sem caroço são similares, já as recheadas apresentam diferenças, pois são feitas com diversos ingredientes, como pimentão, alho, anchova, salmão, presunto e queijo azul. Por isso, além de avaliar qual é o sabor que mais combina com o seu paladar e o seu prato, o ideal é conferir a tabela nutricional de cada uma delas antes de decidir qual irá colocar no carrinho, pois algumas apresentarão mais gorduras, outras mais carboidratos, sem contar a quantidade de sódio, que pode variar.

Confira a composição do líquido no qual a azeitona fica conservada

Algumas marcas utilizam apenas salmoura, ou seja, água e sal, enquanto outras lançam mão de acidulantes e conservantes, como ácido cítrico e láctico. Como o alimento não varia muito em relação à composição nutricional, é importante verificar a quantidade dessas substâncias em cada uma. De qualquer forma, vale a pena lavá-las em água corrente antes do consumo para diminuir a sua concentração de sal.

Outros itens para ficar de olho.

Se possível, escolha as chamadas “premium”que costumam ser as de melhor qualidade e prefira as azeitonas mais gordinhas,pois, quanto menor ela for, maior a chance de ser dura. Outra dica é procurar os produtos que já tenham no minimo dois meses de produção, pois, quanto mais tempo ela estiver na conserva, mais molinha ficará.

Informação nutricional

Azeitona verde

Porção 20 gramas (6 unidades)

Valor energético: 29,8 kcal

Gorduras totais: 2,86 gramas

Gorduras saturadas: 0,46 gramas

Fibras: 0,77 gramas

Sódio: 269,6 mg

Azeitona preta 

Porção 20 gramas (6 unidades)

Valor energético: 42 kcal

Gorduras totais: 4,08 gramas

Gorduras saturadas: 0,7 gramas

Fibras: 0,9 gramas

Sódio: 313 mg

Fontes: Adriana Piva, nutricionista do Hospital São Luiz Unidade Jabaquara; Cynthia Antonaccio, nutricionista e CEO da Equilibrium Latam, empresa especializada em consultoria em saúde e nutrição e marketing de saúde, ambos em São Paulo.

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Batata, couve- flor e brócolis

Fonte:Tasty

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