Arquivo do dia: 18/06/2019

Cheesecake de frutas vermelhas na taça

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Ingredientes
1 caixa de biscoito amanteigado;
½ xícara de chá de nozes trituradas;
1 colher de sopa de manteiga derretida;
½ xícara de framboesas congeladas ou frescas;
1 xícara de morangos frescos picados;
1 xícara de açúcar cristal;
400g de cream cheese;
1 lata de leite condensado;
Raspas de 2 limões.

Modo de preparo
1.
 Bata os biscoitos, as nozes e a manteiga derretida no processador. Reserve.
2. Leve os morangos, as framboesas e o açúcar ao fogo, mexendo bem até formar uma geléia. Reserve.
3. Bata o cream cheese, o leite condensado e as raspas de limão em um liquidificador. Reserve.
4. Em taças grandes, faça uma camada com a mistura com os biscoitos. Em seguida, acrescente o creme até quase completar as taças. Finalize com uma camada da calda de frutas vermelhas.
5. Leve para a geladeira.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

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A importância do ferro e onde encontrá-lo

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Presente no prato do cotidiano brasileiro, o feijão é uma das fontes mais conhecidas de ferro, um mineral substancial para o funcionamento do organismo que, quando em falta, pode levar à anemia e a disfunções do sistema imunológico. “Estudos nos levam a pensar que tanto a sobrecarga quanto a deficiência de ferro resultam em mudanças prejudiciais na resposta imune, isso porque o ferro é essencial ao crescimento de micro-organismos, mas também constitui proteínas necessárias para a destruição de subtâncias infecciosas”, aponta a nutricionista Muriely Verdin.

Dentre as funções do mineral, também estão o transporte de oxigênio, síntese de DNA, produção de energia, a formação do sangue e o desenvolvimento neurológico em embriões. Além do feijão, outras fontes do nutriente são carne vermelha, principalmente vísceras, como fígado e miúdos; carne de aves e de suínos, mariscos, peixes, folhas de cor verde escura e legumes.

Porém existem algumas diferenças entre as fontes animais e vegetais. O ferro que vem das carnes, também chamado de ferro heme, é absorvido cerca de duas a três vezes mais do que o mineral vegetal, chamado de inorgânico ou não heme. Nos alimentos de origem animal, de 30% a 70% do ferro é heme. Ele é encarregado das principais funções do nutriente, como a formação das células sanguíneas. “Porém, é importante lembrar que tanto o ferro heme e não heme obtidos por meio do alimento podem virar ferro heme dentro do nosso organismo, pois após a absorção ambos seguem o mesmo trajeto metabólico”, afirma a nutricionista.

Mas mesmo que não seja assimilado com tanta eficiência quanto o ferro heme, a versão inorgânica também oferece vantagens. “O ferro não heme é a forma que mais consumimos. Ele é encontrado em diferentes concentrações em todos os alimentos de origem vegetal”, aponta o nutricinista Lucas Oliveira.

A grande diferença é que o processo de transformação do mineral oriundo dos legumes confere a redução da fórmula do ferro inorgânico, enquanto o tipo heme é absorvido intacto, o que leva a uma maior absorção – de 20 a 30% da quantidade presente no alimento. “A absorção do ferro presente na dieta é influenciada pela quantidade, pela forma química do ferro presente, pelo consumo na mesma refeição de alimentos contendo fatores facilitadores ou inibidores da absorção do ferro, além do estado de saúde e estado nutricional de ferro do indivíduo”, aponta Lucas.

Mas antes de dizer que vegetarianos devem passar a comer carne devido ao alto fornecimento do ferro em produtos animais, existem nutrientes que colaboram para o processo de absorção. Em primeiro lugar, o bom funcionamento do aparelho digestivo é o principal fator. Também é possível combinar alimentos ricos no mineral para aumentar a proporção assimilada pelo intestino. “A vitamina C, presente em frutas cítricas como o limão, laranja, acerola e caju, e a proteína animal são os nutrientes que mais aumentam a absorção de ferro não heme, em aproximadamente quatro vezes”, afirma Muriely. Outros nutrientes que também otimizam a captação do ferro são vitamina A e beta caroteno, presentes em alimentos como manga, cenoura, abóbora, espinafre e ovos. Ainda mais, as ferramentas culinárias também podem colaborar. Pode parecer crença da vovó, mas estudos comprovam que cozinhar em panela de ferro pode oferecer maiores concentrações do nutriente ao corpo. Essa descoberta é antiga, uma vez que uma pesquisa publicada periódico científico Journal of Food Science atestou a máxima em 1991.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

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Tipos de probióticos

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Você sabe o que o iogurte e o chucrute têm em comum? Ambos são ricos em probióticos, micro-organismos vivos que, ao serem ingeridos, promovem o equilíbrio da microbiota intestinal – ou seja, contribuem para a saúde do intestino, auxiliam na digestão e facilitam a absorção de nutrientes pelo organismo. Fazem parte dessa categoria vários fermentados à venda no mercado, como iogurtes e subprodutos da soja (missô e outros). Ao lado destes, há alternativas de fabricação caseira ou artesanal, como o kefir e o kombuchá, que caíram no gosto dos que procuram uma alimentação saudável.

Por serem alimentos vivos, Lucas Montanari, da Com Ciência Saúde, orienta a iniciar o consumo em poucas quantidades, para não correr o risco de mal-estar. “Cada corpo tem uma sensibilidade, então recomendo sempre começar com 50 ml e ver como a pessoa reage”, afirma. Conheça abaixo alguns desses alimentos probióticos:

1. Iogurte
Como a coalhada, o iogurte é um dos probióticos mais populares. Os naturais levam só leite e fermentos lácteos. Além do consumo in natura, podem ser usados em receitas doces e salgadas, pães…

2. Vegetais fermentados
Categoria vasta, abrangendo diversos tipos de verduras e legumes. Dentre os mais tradicionais estão o kimchi da foto, conserva coreana e picante de acelga, além de sauerkraut, chucrute e minipepinos franceses (cornichons). Para promover a lactofermentação, pode-se usar soro de kefir ou de iogurte.

3. Leites fermentados
A categoria se popularizou com a marca japonesa Yakult, mas hoje há opções de diversos fabricantes e preços. Neste caso, usa-se o leite desnatado misturado com açúcar e fermento lácteo, os lactobacilos vivos, para se obter uma bebida de cor clara, sabor adocicado e uma acidez bem agradável. Na linha caseira, há o kefir, feito com leite fresco fermentado com grãos de kefir, micro-organismos unidos em um conglomerado branco parecido com uma couve-flor. Como ocorre com o levain, o fermento natural para pães, os grãos de kefir não estão à venda em mercados convencionais – costumam passar de pessoa para pessoa por meio de doações.

4. Natto
O natto é um tipo de conserva tradicional japonesa elaborada com grãos de soja fermentados. Na cultura oriental, é costume consumir o natto no café da manhã acompanhado de arroz. Os grãos mantêm seu formato e a mistura adquire uma consistência pegajosa, de aroma bem forte: não é o tipo de comida que agrada a todos os paladares.

5. Kombuchá
Bebida carbonatada elaborada com chá adoçado (em geral, preto). É produzida de maneira artesanal a partir de uma colônia de micro-organismos que, aglomerados, adquirem a aparência de uma panqueca translúcida. O processo leva alguns dias, com uma possível segunda fermentação na garrafa e a adição de sucos e outros agentes de sabor.

Fonte revistacasaejardim.globo.com

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