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Tchau açúcar refinado!

Conheça outros adoçantes naturais.

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O pó branco mais viciante do mundo fica guardado no armário de bilhões de pessoas, pronto para ser usado várias vezes ao dia. É o açúcar de mesa, obtido da extração do caldo de cana fervido, concentrado e refinado. Nada contra adoçar a vida: somos incapazes de viver sem glicose, a substância química presente em carboidratos e açúcares. Mas, nos últimos anos, passamos a usar o açúcar branco em quase todo tipo de preparo. Para chegar branquinho ao supermercado, o açúcar da cana (composto de sacarose, união entre glicose e frutose) é purificado até perder vitaminas e sais minerais, o que faz com que ele seja chamado por especialistas de fonte de “caloria vazia”. Há outras opções. Adoçantes naturais puros são ricos em nutrientes e acrescentam um sabor diferente às receitas. A regra de ouro na hora de escolher é simples: quanto menos refinado o produto, melhor para a saúde. Confira abaixo algumas das alternativas ao açúcar comum.

1 AÇÚCAR DE COCO É obtido do néctar das flores do coqueiro. Muito usado no Sudeste Asiático, é um bom substituto para o açúcar convencional, por apresentar um índice glicêmico mais baixo (demora mais para se transformer em glicose no sangue, o que evita picos de hiperglicemia). Tem sabor levemente tostado (lembra açúcar mascavo), e é rico em vitaminas e sais minerais.

da cana ainda bem presente. Contém muito potássio, niacin (vitamina B3), vitamina B6 e é rico em ferro, bom para evitar anemia.

3 XAROPE DE AGAVE Produzido a partir da seiva de diferentes espécies de agave, planta suculenta que também dá origem à tequila, é mais doce que a maioria dos xaropes. Contém frutose e tem baixo índice glicêmico, mas não deve ser consumido em excesso, pois pode elevar os níveis de triglicerídeos (tipo de gordura).

4 XAROPE DE BORDO Chamado de maple syrup nos EUA e no Canadá, é uma calda de aroma floral obtida da seiva do bordo, usada como adoçante em panquecas e diversos outros preparos. Essa forma de adoçar veio dos índios da América do Norte, que raspavame depois ferviam a seiva de árvores nativas para usar em seus alimentos.

5 MEL Cheio de propriedades, o mel é quase tão usado em tratamentos caseiros quanto na culinária. Estudos apontam que ele tem ação antimicrobiana, antifúngica e antioxidante, e reforça o sistema imunológico. Os tipos de mel geralmente encontrados no mercado são produzidos por abelhas com ferrão (Apis mellifera) e são mais calóricos que o açúcar comum. Abelhas nativas brasileiras, sem ferrão, também produzem mel, de textura mais líquida e sabor mais ácido.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com/

 

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Como tirar o açúcar da dieta?

Este post é para mim, com certeza!

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O excesso de açúcar na dieta pode ser prejudicial à saude. Isso porque, além dos riscos de obesidade, o carboidrato pode causar cáries, diabetes, câncer e doenças cardíacas. De acordo com um estudo realizado pela Universidade de Queensland, na Austrália, o açúcar pode ser tão viciante quanto a cocaína. Em alta quantidade, ele aumenta os níveis de dopamina, o que diminui a produção dela pelo próprio corpo. Com isso, a necessidade de comer doce se torna ainda maior.

Mas falar sobre todos os males do açúcar é muito mais fácil que efetivamente retirá-lo da dieta. Conversamos com a nutricionista esportiva e funcional Daniela Carvalho, e trouxemos algumas dicas para quem quer diminuir seu consumo na dieta. Confira:

1 É preciso fazer uma programação neurológica
Nosso paladar está acostumado com o consumo exacerbado de doces e por isso, em primeiro lugar, é necessário regular essa vontade incluindo mais alimentos azedos e amargos. Esses alimentos estimulam outras áreas do paladar e como consequência, a pessoa ficar menos dependente do doce. “Você pode consumir, todos os dias, um limão espremido em jejum, por exemplo”, explica a nutricionista. É importante lembrar que não somente o açúcar refinado é prejudicial! Refrigerantes, sucos industrializados e alimentos processados precisam deixar de fazer parte do dia a dia.

Alimentos que podem ajudar nesse processo: própolis, gengibre, cacau, rúcula, agrião, espinafre e couve.

2 Inclua alimentos ricos em tirosina
A tirosina é um aminoácido que participa da formação da dopamina, neurotransmissor responsável pela sensação de satisfação e prazer. A castanha de caju, castanha-do-pará, nozes, cogumelo, brócolis, espinafre, cacau e couve são alguns dos alimentos ricos na substância. Invista!

3 Aumente o consumo de chás 
Chás também ajudam a controlar o desejo de comer doce. Principalmente o de hibisco, porque ele participa da metabolização da glicose. Você pode usar as combinações: gengibre, limão e hortelã; casca de laranja, canela em pau e gengibre; e chá verde, hortelã e limão.

4 Não troque o açúcar sempre por adoçantes
Ainda mais se forem industrializados, como o aspartame, sucralose e frutose. O ideal é fazer o processo de programação neurológica, como explicamos acima. Se for muito difícil beber sucos e chás no sabor natural, use ou xilitol, ou a taumatina ou o stévia, que são mais naturais. Para receitas como panqueca ou bolo, tente adoçar com frutas, como tâmara e até concentrado de maçã.

Fonte: revistacasaejardim.globo.com

 

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