Dicas de turismo gastronômico

Dica para quem vai viajar para região serrana do Rio de janeiro.

Vale a pena conferir!!!

Comidas e Historias

Duas lojas, por tradicionais e pelo cuidado na preparação dos seus produtos, são referências em doces em Teresópolis, região serrana fluminense: Maria Torta e Doces Húngaros. A primeira, fundada em 1983, virou ponto de encontro da cidade, reunindo pessoas que vão à ampla loja da Praça Olímpica para conversar, fazer negócios ou apenas um lanchinho regado aos saborosos doces e salgadinhos variados, para orgulho da sua proprietária Cláudia Raposo (foto).

Embora haja lojas da Maria Torta também no Teresópolis Shopping e no Alto, a produção se concentra na loja principal, em um grande espaço, em que o público pode acompanhar de perto, através do vidro, todos os detalhes.

Entre os doces, Cláudia informa que os milfolhas (creme, chocolate e creme com morango) são os mais pedidos. Mas há também os tradicionais docinhos de festa (brigadeiro, cajuzinho, beijinho, casadinho), as bombas, o strudel de maçã. Não se pode esquecer, porém, das tortas, o carro-chefe da casa, com destaque para a de chocolate com marshmallow. Entre os salgados, destaque para as quiches, as empadas e os pastéis de forno.

Doces Húngaros

Quem começou a história dos doces húngaros foi o húngaro Mickey, na década de 70, com quem Dona Cacilda Ferreira (foto) trabalhou durante 30 anos. Mickey se foi, mas deixou seu legado nas mãos da doceira Cacilda, que em 1998 partiu para voo solo e abriu a Doces Húngaros, que substituía a Confeitaria Mickey e logo se transformava em sucesso, graças, principalmente, ao seu strudel de maçã, o doce mais pedido. Mas há outros sabores, igualmente bastante solicitados, como o de banana, damasco e ameixa. As minitortas (nozes com baba da moça, chocolate, morango com castanha, brigadeiro com morango) também são muito pedidas. Para quem prefere um salgado, prefira os de massa folhada ou os pastéis de forno.

A carrocinha do Leandro


Não há na cidade quem não conheça a carrocinha do Leandro, ou Delícia Serrana, que faz ponto diariamente na Calçada da Fama, no Centro. Na realidade, são duas carrocinhas, uma de pipoca e a outra, de frutas com cobertura de chocolate, tudo feito na hora. No inverno, o sucesso é o morango, que fica uma delícia quando leva a cobertura quente de chocolate.

Ela se proclama uma pessoa da roça: “sou caipira mesmo”, enche o peito a doceira e quituteira de mão cheia Valéria Fernandes (foto), que desde 1987 encanta os que procuram o Cantinho Valeira Fernandes para provar e comprar os doces e geléias artesanais, comer os seus famosos e deliciosos pastéis (são mais de 60 tipos) ou almoçar no pequeno restaurante abrigado no lugar.
Ela é tão caipira que não abre mão de vender no seu “cantinho” ovos caipira da região (“esses são fresquinhos mesmo”, diz orgulhosa) e servir entre os pratos uma saborosa galinha caipira ao molho pardo, iguaria em extinção nos restaurantes do Brasil.

Seu cantinho fica afastado da cidade, no Km 12 da badalada Terê-Fri (RJ-130), mas vale a pena a viagem para provar e, certamente, comprar, um dos mais de 300 tipos de doces e conservas, tudo produzidos artesanalmente pela Valéria. Destaque para o de abóbora com coco e o doce de leite com maracujá.

Endereços destas maravilhas!!!

Cantinho Valéria Fernandes. Acesso pelo Km 12 da Terê-Fri – Vargem Grande (mesma entrada do hotel Village Le Canton). Tel: (21) 3643-6285 e 8789-8231. Diariamente 10h/23h

Doces Húngaros. Praça Baltazar da Silveira 132 – Centro. Tel: (21) 2742-4816. Diariamente 10h/19h. http://www.doceshungarosteresopolis.com.br.

Maria Torta. Rua Manoel Madruga 8 (Praça Olímpica) – Centro. Tel: (21) 2741-1342. 2ª/5ª 9h/20h, 6ª/sab 10h/21h. www.mariatorta.com.br.

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DICAS DE TURISMO NA SERRA GAÚCHA

Frio da Serra Gaúcha combina com vinho, chocolate e com as culturas alemã e italiana

Com sorte, imagens de um estranho Brasil com neve são flagradas em cidades gaúchas e catarinenses, de junho a agosto. São instantes que ganham aplauso e gritaria de moradores e turistas. Nunca é garantido que vai nevar. Quando os flocos de gelo dão o ar da graça, os bem agasalhados fazem festa.

Na Serra do Rio Grande do Sul a neve pode tardar ou falhar, mas o frio se faz presente no inverno, primavera, verão e outono.

Mesmo em janeiro, em Gramado, a 110 km de Porto Alegre, a temperatura à noite pode baixar de 10º C. E com o frio se mantêm, nas quatro estações, os apelos para prolongar o prazer: o vinho e as copiosas refeições herdadas de colonos italianos e alemães.

O tradicional churrasco é bem-vindo na orgia gastronômica, mas sem botar banca de protagonista. A mesa farta que impressiona visitantes tem duas estampas principais: a da cantina italiana e a da refeição sem fim que são as dezenas de especialidades de um café colonial. Nas duas, vinho. Vinho com pão, salame, tortei, capeletti. Vinho com nata, cuca de côco, apfelstrudel, torta de limão.

São dois núcleos turísticos na região formada por dezenas de municípios. Na chamada Região das Hortênsias estão Gramado, Canela e Nova Petrópolis. No Vale dos Vinhedos, as cidades de Bento Gonçalves, Garibaldi e Carlos Barbosa concentram as atrações. Como são roteiros próximos, a cerca de uma hora e meia de carro ou 100 km de distância um do outro, dá para conhecer os dois em poucos dias de viagem.

Há diferenças importantes, a começar pela paisagem. Na terra das vinícolas, as parreiras se carregam de cachos, verdes, roxos e rosados, de outubro a dezembro. No inverno, só aparecem os esqueletos da plantação. Na terra das hortênsias, estas plantas ornamentais vão colorir de azul, branco e rosa as estradas e jardins, a partir de outubro, durante meses, se a chuva comparecer.

A 120 km da capital, Bento Gonçalves é o éden dos enófilos. Já Gramado e Canela têm maior infra-estrutura de hotéis, pousadas, cafés e restaurantes, e vários de seus museus, parques e festivais divertem famílias com crianças. Os dois roteiros podem ser bastante românticos. O frio e a visão das montanhas ajudam.

Hortênsias e Kikitos de chocolate

Surgem em alemão, alguns alertas para o turista. Nicht rauchen, por exemplo: não fume. Um singelo galpão será apresentado na placa como wagenschuppen. Os cardápios trazem opções de salzkartoffeln, eisbein e kartoffelküchelchen, respectivamente batata a vapor, joelho de porco e bolinho de batata. E o passeio vai ganhando em densidade, se não filosófica, pelo menos lingüística.

Em Gramado, a cultura dos descendentes de alemães se faz acompanhar dos colonos italianos e portugueses, entre outras imigrações de origem européia, mas para o turismo é o apelo alemão que sobressai. Ele está na arquitetura, no folclore, na gastronomia e mesmo na vegetação importada, como a que circunda o Lago Negro, referência à Floresta Negra alemã.

Talvez a obra de arte mais comovente, entre as movidas pelo desterro, seja a do museu do Minumundo, uma coleção de miniaturas iniciada por um pedreiro alemão que precisou emigrar, com a mulher, após a Segunda Guerra. Otto Hoppner ergueu pedaços da sua Europa perdida perto de casa: são miniaturas detalhadas de igrejas, castelos, ferrovias e prédios públicos, realizadas e conservadas com um carinho monumental.

Estão lá, em cores, povoados por bonequinhos de plástico, construções históricas de Urach, Alsfeld, Lübeck (a cidade natal do escritor Thomas Mann), Lichtenstein, Freiburg, Leer, Michelstadt, Munique.

Até o espetacular Castelo de Neuschwanstein ganhou uma caprichada miniversão. A vaca que mexe a cabeça no vagão com feno tem o tamanho de um dedo mínimo, e ela ainda muge, fazendo coro aos sinos das igrejas. Há roupas no varal nas casas pequeninas. Otto Hoppner faleceu aos 74 anos, em 1986, e deixou para Gramado essa contribuição permanente ao clima de conto de fadas que toma conta da cidade, em eventos como o Festival de Cinema e o Natal Luz.

O Festival de Cinema existe desde 1973. Os moradores lembram de um ator de grande fama e pequena estatura que reunia grupos em torno de si para contar histórias, nas calçadas. Era o Grande Otelo! Mais recentemente, as celebridades da hora da indústria de TV e cinema aterrissam no Palácio dos Festivais para algumas horas de estadia. Dão autógrafo, fazem a foto no tapete vermelho. E não têm tempo para contar histórias.

O Natal Luz dura dois meses, de novembro a janeiro, e faz do verão outra alta temporada para a Serra Gaúcha. Por conta da iniciativa, o Parque Aldeia do Papai Noel passou a funcionar o ano inteiro, como as fábricas de chocolate da região. Na Região das Hortênsias, consome-se fondue suíço e chocolate quente em fevereiro, e decoração natalina em junho. E nos demais meses do ano também.

Vale dos vinhos, sucos e espumantes


Em Bento Gonçalves, a 670 m de altitude, o vinho movimenta as montanhas e a fé. A Igreja São Bento tem formato de pipa de vinho. O pórtico da cidade é uma pipa de 17 m de altura. Algumas caixas de lixo reciclável se parecem com barricas de vinho. Inclusive algumas vinícolas convidam à degustação dentro de barris centenários. E a linha turística de trem que liga Bento, Garibaldi e Carlos Barbosa também se chama Ferrovia do Vinho.

O divertido passeio de uma hora e meia na Maria Fumaça sintetiza uma das marcas da região, que é o entusiasmo da cultura italiana. Parece que as pessoas ficam alegres antes mesmo de começar a beber. Se em Gramado alguns sites de pousadas abrem com música clássica, na terra dos Tomasini, Bertarello, Cantelli, Ferri e Strapazzon a trilha sonora é outra, movida a tarantela, dança folclórica do sul da Itália. No passeio de trem sobram convites para beber, dançar, cantar, rir dos atores, tudo ao mesmo tempo, sem descer do vagão.

Principal produtora de vinhos e espumantes do país, a região do Vale dos Vinhedos obteve em 2007 o reconhecimento, pela União Européia, de seu Selo de Indicação de Procedência. O know-how é longo: a primeira cooperativa vinícola brasileira surgiu ali, nos anos 30.

Algumas casas abrem a colheita para visitação. Os colonos começam a trabalhar cedo. Ali por volta das 10 horas, fazem a pausa para o lanche: vinho, salame e queijo. No almoço, mais vinho. No jantar, de novo.

O Vale dos Vinhedos se faz conhecer por meio de degustações rápidas nas vinícolas, cursos de degustação e também nos passeios por construções centenárias, como os Caminhos de Pedra, que recupera a história da colonização do Brasil Imperial. A partir de 1875, foram demarcados 200 lotes de 48 hectares cada para as famílias de imigrantes italianos.

Muitos se instalaram provisoriamente em barracões onde entrava chuva e vento, e começaram a plantar sem ferramentas. Histórias da imigração são dramáticas no mundo inteiro, como as de refugiados de guerra.

obs. Estas dicas foram retiradas do site do UOL estilo.

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Olhem aí  a dica para quem quer conhecer um pouco mais nossa Porto Alegre!!

CAMINHOS RURAIS DE PORTO ALEGRE

caminhos rurais

 

A próxima edição do Domingo no Campo ocorrerá no dia 21 deste mês e tem como atração Atividades pedagógicas . O roteiro levará os participantes a pequenas propriedades da rota Caminhos Rurais de Porto Alegre, na zona Sul, sendo uma excelente opção de lazer e de contato com o turismo rural em plena metrópole. O passeio terá saída às 10h, em ônibus de turismo, da avenida Osvaldo Aranha, próximo ao Centro de Informações Turísticas do Mercado Bom Fim, no Parque Farroupilha (Redenção).
A primeira visita acontecerá no Sítio do Mato, no bairro Rincão. A propriedade oferece atividades pedagógicas e recreativas em meio à mata nativa. O objetivo é proporcionar aos visitantes acostumados com a vida urbana o contato direto com pequenos animais, além de observação de árvores frutíferas, açude com plantas aquáticas e viveiro de aves.
O próximo destino será a Cabanha da Figueira. A propriedade possui uma cancha de rodeio certificada pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG). No local, são realizados cursos de tiro de laço, aluguel de cavalos para cavalgadas. A propriedade possui, também, um pequeno acervo organizado pela família, que exibe fotos, livros sobre haras porto-alegrenses, encilhas, laços e outros objetos.  pela família, que exibe fotos, livros sobre haras porto-alegrenses, encilhas, laços e outros objetos. É neste ambiente tipicamente gaúcho que será servido o almoço aos visitantes, por adesão.
O roteiro seguirá rumo ao Haras Cambará Centro de Eventos. Com ambiente agradável e aconchegante, a propriedade era um antigo haras que foi transformado em pousada rústica e num espaço para seminários, cursos entre outros eventos. O Cambará oferece várias opções de lazer como campo de futebol e vôlei, açude para pescaria e banho, trilhas para caminhadas em meio à natureza, e bosque com árvores nativas e vertentes.  Na sequência, os participantes visitarão o Colônia Villanova Armazém e Café. No local, são comercializados produtos integrais, orgânicos, cervejas artesanais, vinhos e cafés, entre outros. Ao final das visitas, o ônibus retorna ao mesmo local do embarque, às 17h. Em caso de chuva forte, o roteiro é cancelado.
Valor por pessoa: R$ 85,00 à vista. Crianças até 05 anos, acompanhadas de um adulto: cortesia, desde que não ocupando assento. Criança de 06 até 09 anos: valor R$ 75,00 à vista.
Reservas – Para fazer o passeio é necessário reserva junto às agências de turismo receptivo que oferecem o produto:
Rota Cultural (51 3348-1649 e 9985-8303 / e-mail: alo@rotacultural.com.br)
Bonete Tur (51 3019-0689 e 8454-5321)
Pampas Viagens & Turismo (51 3251-5192 e 9186-7250 / e-mail:atendimento@pampasviagens.com.br)
RMT Turismo (51 3062-1920 / e-mail: rmtturismo@rmtturismo.com.br)

Vale a pena conferir no site: http://www.caminhosrurais.tur,br

 

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